O ambiente de negócios está cada vez mais digitalizado hoje em dia. A maioria dos dados é coletada e processada em formato eletrônico nos terminais conectados à Internet. Contudo, apesar de facilitar e flexibilizar o uso dos dados, também os abrem para perda ou roubo. É dever de uma empresa garantir que todos os dados confidenciais coletados sejam protegidos. Não fazer isso pode ter consequências catastróficas, como: constrangimento público, perda de confiança do cliente e, graças à aplicação de novos regulamentos estritos de proteção de dados, multas pesadas.

Muitas vezes, as estratégias de segurança se concentram tanto na ameaça de ataques cibernéticos que ignoram ameaças mais mundanas, mas igualmente perigosas à segurança de dados. Vamos ver quais são os erros mais comuns!

1. Mantendo-o básico

A primeira coisa que qualquer guia prático de segurança lhe dirá é que você precisa manter os sistemas operacionais atualizados e instalar firewalls e soluções antivírus. Indo um passo adiante, alguns irão sugerir software antimalware também. Estes, no entanto, embora sejam uma parte indispensável de qualquer estratégia de segurança, são as medidas mais básicas que uma empresa pode tomar para proteger sua rede e os dados confidenciais armazenados nela.

Muitas vezes, violações de dados que chamam a atenção da mídia são o resultado de pessoas mal-intencionadas, mas apenas parte desses ataques cibernéticos é feita usando força bruta e o que agora são considerados métodos convencionais de invasão. Muitos deles acontecem por causa de práticas de senha fracas ou funcionários ingênuos que são vítimas de engenharia social.

Por isso, é essencial que as empresas eduquem seus funcionários e criem proteções adicionais para mitigar possíveis interferências externas no local de trabalho.

2. Esquecer sobre erro humano

O maior erro que as empresas cometem quando desenvolvem suas estratégias de proteção de dados é não levar em consideração o erro humano e a destruição que pode causar. Afinal, não são apenas as ameaças externas que as empresas devem se preocupar. Os funcionários de uma empresa costumam ser seu elo mais fraco.

Estes podem ser negligentes na maneira como lidam com dados confidenciais, seja sua transferência, armazenamento ou uso. Funcionários podem enviar dados importantes acidentalmente para o remetente errado ou responder a todos em uma longa cadeia de e-mails que inclua pessoas de fora. Eles podem postar algo publicamente, deixar o computador desbloqueado onde outras pessoas podem manipulá-lo ou esquecer completamente os dados confidenciais armazenados em um ponto em seus computadores.

E, embora em alguns casos possam ser pequenos erros sem consequências, outras vezes podem causar problemas significativos. Por exemplo, o armazenamento de dados confidenciais depois que eles não são mais necessários ou o consentimento para seu uso foi revogado ou sua exclusão solicitada, está em violação direta de regulamentos como o GDPR ou CCPA.

Por isso, é importante que as organizações também adotem soluções de Prevenção de Perda de Dados (DLP) que se concentram na proteção de dados específicos em vez do sistema geral, facilitando o controle de sua transferência e uso.

3. Desconsiderando o Shadow IT

Outra consequência de uma força de trabalho excessivamente ávida é o Shadow IT ou o uso de aplicativos não autorizados e serviços de TI no local de trabalho. Se ciente disso ou não, a maioria das empresas sofre com o Shadow IT. De aplicativos de mensagens populares a espaços de trabalho conjunto na nuvem, os funcionários adotam novos métodos que os ajudarão a executar suas tarefas com mais rapidez e eficiência, muitas vezes negligenciando ou, em alguns casos, evitando conscientemente medidas de proteção de dados. Como um remédio, muitas empresas bloqueiam a instalação de novos programas em endpoints ou o uso de sites específicos considerados inseguros, mas muitas vezes eles não conseguem pegá-los todos.

O motivo da proliferação do Shadow IT é bastante simples: os funcionários preferem ignorar as medidas de proteção de dados se houver ferramentas disponíveis que aliviem sua carga de trabalho. Isso, é claro, pode ter consequências desastrosas não intencionais: dados confidenciais podem ser roubados por terceiros, tornados públicos ou cair nas mãos de indivíduos não autorizados, todas as principais violações dos regulamentos de proteção de dados

Infelizmente, devido à prevalência de serviços baseados na Internet, livrar-se completamente do Shadow IT é uma tarefa difícil, por isso é mais fácil para as empresas simplesmente adotar ferramentas que protegem diretamente dados confidenciais, em vez de tentar adivinhar as muitas ferramentas que seus funcionários estar usando atrás das costas.

4. Ignorando dados em movimento

O ambiente de trabalho de hoje é mais flexível do que nunca. Os computadores portáteis permitem que os funcionários trabalhem em casa ou em viagens de negócios, facilitando o desempenho de suas tarefas ou lidando com situações de emergência, independentemente de onde estejam. No entanto, isso também significa que os endpoints e todos os dados que eles contêm são retirados da segurança das redes da empresa, tornando-os vulneráveis não apenas ao roubo físico, mas também a conexões de Internet inseguras e adulterações.

Às vezes, as empresas concentram toda a sua atenção em proteger as redes da empresa e desconsideram completamente a ameaça representada pelos dados em trânsito ou impõem políticas, como criptografia de hardware e VPNs, que se concentram em ameaças externas. A proteção DLP no endpoint pode ajudar as organizações a proteger dados confidenciais, mesmo quando seus funcionários estão em movimento.

5. Não aproveitar ao máximo as soluções de segurança

Boa segurança representa um investimento para todas as empresas e é por isso que elas devem aproveitar ao máximo o que têm para oferecer. Infelizmente, isso nem sempre é o caso. Quando se trata de soluções DLP, por exemplo, as organizações que as implementam em toda a empresa às vezes deixam de usar todos os seus recursos. Eles não definem dados confidenciais de forma clara nem definem incorretamente os níveis de autorização e exceções, dificultando a eficácia das ferramentas de DLP.

Felizmente, algumas soluções de DLP vêm com pré-definições para os tipos mais comuns de dados confidenciais, como informações pessoalmente identificáveis (PII) ou dados confidenciais protegidos por regulamentações específicas de proteção de dados, mas a maioria das empresas também possui seu tipo específico de dados confidenciais específicos do setor. As ferramentas de DLP podem ajudá-las a proteger se estiverem definidas corretamente por meio de políticas personalizáveis.

É importante que as empresas criem estratégias eficazes de proteção de dados que cubram todas as bases. Pensando nisso, conheça o Endpoint Protector.

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