O que é UEM (Unified Endpoint Management)? Entenda a solução

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UEM é a sigla em inglês para Unified Endpoint Management, uma abordagem que unifica o gerenciamento de todos os dispositivos corporativos como computadores, smartphones, tablets e até impressoras ou IoT, em uma única plataforma. 

Com a consolidação do trabalho híbrido e remoto com dispositivos variados, o UEM surge como uma solução indispensável para gerentes de TI e empresas que buscam otimizar suas operações, garantir a segurança dos dados e simplificar a gestão dos dispositivos. Hoje, soluções como o JumpCloud se destacam nesse cenário.

Neste artigo, você vai entender por que esse conceito vem substituindo soluções como MDM e EMM, quais os benefícios práticos e quando vale migrar para um sistema de gerenciamento unificado. Boa leitura!

Aqui você vai ver:

  • Definição e evolução do UEM
  • Arquitetura de uma solução UEM
  • Funcionalidades-chave de UEM
  • Casos de uso FCBrasil: gestão híbrida em PMEs
  • Critérios para escolher um UEM
  • Passo a passo de implantação
  • FAQ: Perguntas frequentes sobre UEM
  • Implemente UEM e simplifique a gestão de endpoints

Definição e evolução do UEM

UEM é a evolução das ferramentas de gerenciamento de dispositivos, que oferece uma visão centralizada e mais completa dos endpoints. Plataformas como o JumpCloud ampliam essa visão ao integrar diferentes sistemas em um único console.

Historicamente, o gerenciamento de dispositivos era fragmentado. Começamos com o Mobile Device Management (MDM), focado exclusivamente em smartphones e tablets, permitindo que as empresas gerenciassem políticas de segurança, configurações e aplicativos nesses dispositivos móveis. Com o aumento da complexidade dos ambientes de TI e diferentes tipos de dispositivos, surgiu a necessidade de estender essa gestão.

Foi então que o Enterprise Mobility Management (EMM) expandiu o escopo do MDM, adicionando funcionalidades como gerenciamento de aplicativos móveis (MAM) e gerenciamento de identidade e acesso (IAM) para dispositivos móveis, oferecendo uma visão mais abrangente da mobilidade corporativa. 

No entanto, PCs (Windows, macOS, Linux) e outros dispositivos IoT ainda eram gerenciados por ferramentas separadas ou de forma manual. O UEM surge para unificar essa gestão.

Com o UEM, a equipe de TI passa a ter uma visão centralizada e controle, desde o smartphone corporativo até o servidor na nuvem, simplificando processos, automatizando tarefas e fortalecendo a segurança. Essa evolução é um reflexo das demandas do ambiente de trabalho moderno, que exige flexibilidade, mobilidade e, acima de tudo, segurança em todos os pontos de acesso.

Arquitetura de uma solução UEM

Uma solução UEM envolve um console centralizado, agentes instalados nos endpoints e integração com serviços de diretório e APIs. O JumpCloud, por exemplo, oferece essa arquitetura de forma nativa e escalável, baseada em nuvem.

Essencialmente, a arquitetura de um UEM é projetada para ser escalável e flexível, permitindo o gerenciamento de diversos dispositivos e sistemas operacionais.

No centro de uma solução UEM está um console de gerenciamento centralizado. Este é o painel de controle a partir do qual os gerentes de TI podem visualizar, configurar e monitorar todos os endpoints. Este console pode ser baseado na nuvem (Software as a Service – SaaS) ou on-premises, dependendo da preferência e requisitos da organização. 

Para que o console possa interagir com os dispositivos, um agente leve é instalado em cada endpoint gerenciado. Ele é responsável por coletar informações sobre o dispositivo (inventário de hardware e software), aplicar políticas de segurança, distribuir aplicativos e patches, e reportar o status do dispositivo ao console central. Esses agentes devem ser compatíveis com uma variedade de sistemas operacionais, incluindo Windows, macOS, Linux, iOS e Android, garantindo que nenhum dispositivo seja deixado de fora do guarda-chuva de gerenciamento.

Além disso, as soluções UEM devem ter capacidade de integração com:

  • Serviços de diretório: Essencial para o gerenciamento de identidades e acessos. A integração com Active Directory/LDAP permite que as empresas sincronizem usuários e grupos, apliquem políticas baseadas em funções e simplifiquem o processo de autenticação para os usuários.
  • APIs: Elas permitem que o UEM se comunique com sistemas de gerenciamento de serviços de TI (ITSM), sistemas de gerenciamento de segurança da informação (SIEM), ferramentas de automação e outros aplicativos corporativos, criando um ecossistema de TI mais automatizado. 

Funcionalidades-chave de UEM (inventário, políticas, automação)

As principais funções de UEM envolvem inventário em tempo real, aplicação de políticas, automação de rotinas e monitoramento centralizado. O JumpCloud entrega essas funcionalidades em uma única plataforma, com suporte a Windows, macOS, Linux, iOS e Android.

O inventário em tempo real é basicamente a coleta automática de informações sobre cada dispositivo conectado, incluindo hardware (processador, memória, armazenamento, periféricos), software instalado (versões, licenças), configurações de rede e status de segurança. Isso ajuda na tomada de decisões, planejamento de atualizações, auditorias de conformidade e identificação rápida de dispositivos vulneráveis ou não conformes. 

A capacidade de definir e aplicar políticas de segurança e conformidade é outra funcionalidade importante. O UEM permite que as empresas criem políticas para diferentes grupos de usuários ou tipos de dispositivos. Isso inclui:

  • Configurações de segurança: Exigência de senhas fortes, bloqueio automático de tela, criptografia de disco, restrições de acesso a recursos;
  • Controle de acesso: Definição de quais usuários podem acessar quais aplicativos e dados, e sob quais condições;
  • Gerenciamento de patches e atualizações: Distribuição automatizada de atualizações de sistema operacional e aplicativos para garantir que todos os dispositivos estejam com as últimas correções de segurança;
  • Restrições de uso: Bloqueio de acesso a sites não autorizados e desativação de portas USB para evitar vazamento de dados.

O UEM se destaca na automação de tarefas, liberando a equipe para atividades mais estratégicas. Isso inclui:

  • Provisionamento de novos dispositivos: Configuração automática de novos notebooks ou smartphones com as políticas e aplicativos necessários assim que são conectados à rede;
  • Distribuição de software: Implantação de aplicativos corporativos em massa para grupos específicos de usuários;
  • Resolução de problemas comuns: Diagnóstico e correção automatizada de problemas de conectividade ou software;
  • Auditorias de conformidade: Verificação contínua da conformidade dos dispositivos com as políticas estabelecidas, alertando a equipe sobre desvios.

Ao combinar essas funcionalidades, o UEM simplifica a gestão de um ambiente de TI e fortalece significativamente a postura de segurança da organização, garantindo que as políticas sejam aplicadas consistentemente em todos os pontos de acesso.

Casos de uso FCBrasil: gestão híbrida em PMEs

Empresas de 100 a 2.000 funcionários conseguem centralizar a gestão de endpoints e reduzir a complexidade com UEM.

Com o UEM, a equipe de TI pode gerenciar notebooks e desktops que estão no escritório ou em home office com a mesma facilidade. Isso significa que, independente da localização física do dispositivo, ele estará sempre atualizado, seguro e em conformidade com as políticas da empresa.

Outro ponto crítico para PMEs é a proteção de dados e a gestão de acessos. É preciso garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso a informações confidenciais, por exemplo. O UEM, através de sua integração com Active Directory/LDAP, permite um controle de acesso granular, garantindo que as permissões sejam atribuídas corretamente e que o acesso seja negado em caso de violação de políticas. 

Além disso, a capacidade de impor criptografia de disco, controlar o uso de portas USB e realizar limpeza remota em dispositivos perdidos ou roubados é fundamental para prevenir vazamentos de dados.

Por exemplo, uma empresa de consultoria com 150 funcionários, onde 60% trabalham remotamente, pode usar o UEM para:

  • Padronizar a configuração de todos os notebooks, garantindo que todos os softwares de segurança estejam instalados e atualizados, e que as políticas de senha sejam rigorosas;
  • Facilitar o onboarding de novos colaboradores, provisionando automaticamente seus dispositivos com os aplicativos necessários e acessos a sistemas, independentemente de estarem no escritório ou não;
  • Monitorar a conformidade dos dispositivos, identificando rapidamente máquinas com versões desatualizadas de software ou configurações inseguras, e aplicando as correções remotamente;
  • Proteger informações sensíveis, limitando o acesso a determinados documentos apenas para dispositivos aprovados e realizando auditorias de acesso.

Esses exemplos ilustram como o UEM empodera as PMEs a gerenciar seus ambientes de TI de forma mais eficiente e segura, mesmo com recursos limitados.

Critérios para escolher um UEM

Ao escolher uma solução UEM, é importante considerar integração, escalabilidade e facilidade de implantação. O JumpCloud se diferencia por integrar nativamente diretórios corporativos, APIs e identidade, simplificando o rollout em PMEs e grandes empresas.

Além do suporte a múltiplos sistemas operacionais, a empresa deve avaliar se a plataforma é compatível com o diretório corporativo, se possui APIs para integração com o ecossistema existente e se permite testes ou PoCs rápidas. 

Outro critério importante é o licenciamento: empresas médias precisam de previsibilidade financeira e escalabilidade. Soluções que oferecem kits para revendas com margem preservada também são diferenciais importantes, especialmente para parceiros técnicos.

Passo a passo de implantação

Adotar UEM exige planejamento por etapas para garantir adesão e segurança sem interromper a operação. Com soluções como o JumpCloud, esse processo pode ser acelerado com pilotos rápidos e kits de demonstração fornecidos pela FCBrasil.

O ideal é começar com um inventário inicial, mapeando todos os dispositivos utilizados (BYOD e corporativos). Em seguida, define-se quais perfis precisam ser criados na solução UEM, configurando políticas por grupo e executando um piloto em pequena escala. Depois do piloto validado, a implantação pode ser ampliada por lotes, com comunicação clara para os usuários. 

É fundamental contar com suporte técnico especializado, seja do fabricante ou de parceiros como a FCBrasil, para garantir agilidade na configuração inicial e geração de relatórios executivos.

FAQ: Perguntas frequentes sobre UEM

O que significa UEM?

UEM é a sigla para Unified Endpoint Management, que se refere a uma plataforma unificada para gerenciamento de todos os tipos de endpoints de uma empresa, incluindo desktops, notebooks, celulares, tablets e dispositivos IoT. O JumpCloud é um exemplo consolidado desse tipo de solução.

UEM substitui MDM?

Sim. O UEM abrange os recursos de MDM e EMM, adicionando também funcionalidades voltadas para PCs, Macs, Linux e equipamentos não convencionais. Portanto, é considerado uma evolução natural do MDM, com cobertura mais ampla. O JumpCloud integra todas essas camadas em uma única plataforma.

Quais dispositivos o UEM consegue gerenciar?

Ele gerencia dispositivos móveis (iOS, Android), desktops e notebooks (Windows, macOS, Linux), impressoras de rede, thin clients e até dispositivos de IoT em alguns casos, tudo em uma única plataforma, como o JumpCloud.

Quando vale a pena migrar para um UEM?

Vale migrar quando a empresa está crescendo e já usa mais de 100 dispositivos com diferentes sistemas operacionais; quando o TI está dependendo de várias ferramentas separadas; ou quando há necessidade de automação e visão centralizada de compliance.

Quanto custa uma solução UEM?

O custo varia por licenciamento e número de dispositivos, mas geralmente trabalha com assinatura anual por endpoint. O ROI costuma compensar devido à redução de retrabalho, segurança e automação, especialmente para empresas entre 100 e 2.000 funcionários.

Implemente UEM e simplifique a gestão de endpoints

O UEM é hoje uma das soluções mais completas para empresas que precisam controlar diferentes tipos de dispositivos sem aumentar a complexidade do ambiente. 

Ao unificar inventário, políticas, automação e visibilidade em uma única plataforma, o Unified Endpoint Management ajuda gestores de TI a ganhar produtividade, reduzir custos e padronizar processos, especialmente em ambientes híbridos. O JumpCloud é a escolha natural para empresas que buscam esse nível de integração.

Seja você uma empresa com 200 colaboradores ou uma revenda buscando agregar valor ao seu portfólio, o UEM representa uma evolução natural do MDM e torna a gestão de endpoints mais estratégica.

Agende uma demonstração de UEM com a FCBrasil e simplifique sua gestão de endpoints com o JumpCloud.